Seus sistemas param de se ignorar
Fazemos a automação da empresa por inteiro: estudamos como o trabalho acontece, montamos o que falta em ferramentas no-code e em código próprio, construímos as pontes entre os programas que já estão pagos e cuidamos delas depois — inclusive quando o fornecedor do outro lado muda alguma coisa.
- Inventário de conexões
- Repetição segura em caso de falha
- Registro de cada troca

Ponte entre sistemas quebra um dia. O trabalho é decidir o que acontece nesse dia
A parte fácil é fazer dois programas trocarem um dado na primeira vez. A parte que sustenta a operação é o que acontece quando o outro lado está fora do ar, devolve erro ou muda o formato sem avisar.
Inventário das conexões
Listamos tudo que hoje passa de um sistema para outro, inclusive o que passa por planilha exportada à mão.
Dono de cada dado
Para cada campo, um sistema manda e os outros obedecem. Sem essa escolha, dois lados brigam para sempre.
Caminho oficial primeiro
Usamos a porta que o próprio fornecedor oferece. Raspagem de tela entra só como último recurso, e avisado.
Repetição segura
Se a mesma mensagem chegar duas vezes, o resultado é o mesmo. É isso que permite repetir sem medo depois da queda.
Registro de cada troca
Toda ida e volta fica gravada com data, conteúdo e resposta — é o que resolve a discussão de quem errou.
Aviso para gente
Falha que se repete manda mensagem para uma pessoa com nome, não para uma caixa que ninguém abre.
Dez passos entre o inventário e a ponte entregue
O levantamento é curto e a virada é gradual: primeiro só leitura, depois escrita em um sistema, depois nos dois sentidos.
> a virada nunca acontece de uma vez
Inventário
Tudo que troca de lugar hoje, com volume diário e quem faz na mão.
Escolha do dono
Qual sistema manda em cada campo, decidido por escrito com você.
Leitura das portas
O que cada fornecedor oferece, com limites de uso e custo.
Ambiente de teste
Cópia separada, com dados falsos, onde quebrar não machuca.
Primeira ponte em leitura
Um sentido só, sem gravar nada, para comparar com o que existe.
Escrita em um sistema
O dado passa a ser gravado, com registro completo da troca.
Repetição e fila
Mensagem que falha volta para a fila e é repetida sem duplicar.
Avisos com dono
Quem recebe o aviso de falha, em que canal e a partir de quantas vezes.
Virada acompanhada
Uma semana com o processo manual de reserva, lado a lado.
Manutenção
Acompanhamento das mudanças de fornecedor e ajuste das pontes.
Três formatos de contratação
Um levantamento fechado, a construção das pontes ou o acompanhamento contínuo do que já está no ar.

Levantamento
- ·Inventário das trocas atuais
- ·Dono de cada dado definido
- ·Leitura das portas disponíveis
- ·Plano de virada com riscos
Pontes construídas
- ·Ambiente de teste separado
- ·Repetição segura e fila de falhas
- ·Registro completo de cada troca
- ·Virada acompanhada por uma semana
Acompanhamento
- ·Vigilância das mudanças de fornecedor
- ·Ajuste de pontes existentes
- ·Novas conexões por demanda
- ·Plantão para falha em produção
Quem já viu a planilha de exportação sumir da rotina
Conversas com clientes das últimas viradas, publicadas com autorização.
Pediram para decidir quem manda no preço. Foi a conversa mais chata e a que resolveu seis meses de briga entre sistemas.
Quando a transportadora saiu do ar, a fila segurou os envios e repetiu sozinha depois. Ninguém percebeu no dia seguinte.
O registro de cada troca acabou com a discussão de quem errou. Abre a tela, mostra a data e pronto.
A virada foi em três etapas. Na primeira nem gravava nada, só comparava. Isso me deixou dormir.
Eu exportava planilha todo dia às sete da manhã. Faz oito meses que não abro aquele arquivo.
O aviso de falha chega com o meu nome. Não some numa caixa que ninguém abre.
Usaram a porta oficial do fornecedor em quase tudo. Onde não tinha, avisaram antes e escreveram o risco na proposta.
Quando o fornecedor mudou o formato, eles já tinham visto. Consertaram antes de eu saber que existia problema.
role para o lado
O que perguntam sobre integração
Seis respostas para o que aparece antes de qualquer proposta.
Meu sistema é antigo e fechado. Dá?
Quase sempre dá, por caminhos menos elegantes: arquivo em pasta compartilhada, importação agendada, banco em leitura. Dizemos na proposta qual caminho é e o que ele traz de limitação.
E se o outro lado sair do ar?
A mensagem vai para uma fila e é repetida depois, sem duplicar o que já entrou. Falha repetida vira aviso para uma pessoa com nome.
Quem paga as ferramentas?
Você, direto no fornecedor, com a conta no nome da empresa. O custo mensal estimado vai por escrito antes de qualquer assinatura.
Vocês mexem no meu banco de dados?
Só com autorização escrita e sempre em cópia de teste primeiro. Em produção, preferimos as portas oficiais do sistema.
Onde entra modelo de linguagem aqui?
Na leitura de pedido escrito em texto livre, na classificação de mensagens e no resumo de ocorrências. Nunca decidindo sozinho o que grava em sistema.
Quanto tempo dura a virada?
O levantamento leva duas semanas. A construção varia com a quantidade de pontes, e a virada em si é gradual, com uma semana de reserva manual.
Mande a lista dos programas que a sua empresa usa hoje
Devolvemos quais conversam entre si, quais não conversam e por onde a ponte passaria.
Escreva para o estúdio
Diga quais sistemas você usa e o que hoje passa de um para outro na mão.
| Endereço | Avenida Santo Antônio 1730, Osasco — SP |
|---|---|
| CEP | 06083-200 |
| CNPJ | 23.721.854/0001-62 |
| Semana | Segunda a sexta, das 8h às 17h |
| Sábado | Sábados, das 9h às 12h |
| Domingo | fechado |
| Telefone | +55 11 93736-4415 |
| [email protected] |